"Tem horas antigas que ficaram muito mais perto da gente do que outras, de recente data."
Eu: William
Resolvi dividir hoje com vocês, um pedaço de minha vida. Não sei se é uma idéia tão boa, mas agora que comecei...
Minha mãe morreu quando faltavam 2 meses para eu completar 5 anos de idade. Foi uma barra mesmo. Isso de alguma forma me criou um bloqueio em relação ao que tenho de memória dela. É incrível: Lembro com clareza de vários momentos em que estávamos juntos, de outras pessoas, de meu pai, do que aconteceu de como eu me sentia das vozes das pessoas, menos dela. Lembro que ela estava lá, mas não do que fazia.
Já fiz terapia, entre outras coisas, mas nada adianta: simplesmente não lembro!
A única lembrança que tenho dela, de sua voz: No nosso último caranaval ela levou a mim, vestido de palhaço, e minha irmã, vestida de bailarina, para um baile daqueles a fantasia. Minha irmã brincava e eu por um motivo que não lembro, estava meio emburrado, sentado no colo de minha mãe e ela brincava com meu cabelo e orelha e ficava me chamando de “meu pequenino tesouro colorido” (estou com vontade de chorar sim! A saudade às vezes tem feitio de golpe de facão).
Eis a minha mais preciosa hora antiga!
Não perca tempo: Não precisa marcar hora para ver a Trupe de Quinta:
Aninha - Kidult - Lara - Rafinha - Wilker
Escrito por Will às 15h00
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S E M C O M E N T Á R I O S !
Uma conversa minha com minha irmã ao telefone:
Eu: ... E o Adson como tá?
Ela: Ah, ele tá meio assim sabe? Mas tá um pedaço!
Eu: Sei...
Ela: Sabe nada!
Eu: Sei, quer dizer que não tenho noção!
Ela: Sei também!
Eu: Sei o quê?
Ela: Sei lá!
Eu: Ah tá!
Ela: Melhor parar. A gente tá azuretando. (???????)
Eu: Que que é isso?
Ela: Não tenho idéia, mas a palavra é legal!...
Escrito por Will às 15h03
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