Total eclipse of the heart

Mudança de rumo... de vez em quando eu fico um pouquinho solitário e você nunca está por perto. ... de vez em quando eu fico um pouquinho cansado de escutar som das minhas lágrimas. ... de vez em quando eu fico um pouquinho nervoso porque o melhor de todos os anos se passaram. ... de vez em quando eu fico um pouquinho apavorado e então eu percebo a expressão nos seus olhos. Mudança de rumo, olhos brilhantes, de vez em quando eu caio aos pedaços.
Mudança de rumo... de vez em quando eu fico um pouquinho impaciente e sonho com alguma coisa louca. ... de vez em quando eu fico um pouquinho desamparado e fico repousando como uma criança em seus braços. ... de vez em quando eu fico um pouquinho furioso e sei que tenho de sair e gritar. ... de vez em quando eu fico um pouquinho apavorado e então eu percebo a expressão nos seus olhos. Mudança de rumo, olhos brilhantes, de vez em quando eu caio aos pedaços.
E eu preciso de você esta noite, E eu preciso de você mais do que nunca. E se você apenas me segurar forte Nós ficaremos persistindo para sempre E nós estaremos apenas fazendo o correto, Pois nunca estaremos errados, juntos Nós podemos agüentar até o fim do caminho. Seu amor é como uma sombra sobre mim o tempo todo, Eu não sei o que fazer e estou sempre no escuro. Nós estamos vivendo num barril de pólvora e soltando faíscas. Eu realmente preciso de você esta noite, A eternidade vai começar esta noite,
"Era uma vez" eu estava me apaixonando, Mas agora estou apenas caindo aos pedaços. Não há nada que eu possa fazer, Um eclipse total do coração. "Era uma vez" havia luz na minha vida, Mas agora existe apenas amor na escuridão. Nada que eu possa dizer, Um eclipse total do coração.
Escrito por Will às 18h29
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Não vês? Acreditas, ainda assim, neste caminho? Não foi suficiente cair? Que buscas mais? A dor não dilacera? Não punge, tortura e magoa esta cor azeviche?
E Ai de nós que acreditamos em ti, e como ovelhas cegas a balir, te assemelhamos à um pastor, a um guia e pai. Ai de nós pois tú não tens medo da dor que açoita e após, nos desesperamos, suplicamos e gememos algo em feitio de oração...
Crês piamente que a dor purifica, o por isso mesmo, como anjo caído, ávido e louco busca nos elevar em teu sublime ato. Mas não somos anjos e a carne não é luz. Ela é barro e escarlate e por isso mesmo tem gosto.
Então marcamos nosso pão e a água não mais mata a sede: ela sacia algo que não é sede, pois a sede vem de grutas mais profundas. Insondáveis.
Se queres ainda ser como teu espelho, sede então!
Mas serás esquerdo, avesso e opaco!
Escrito por Will às 13h42
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